É assim!
Hoje, pela primeira vez abri a “archport”, e sinceramente aquilo é bem o espelho da nossa arqueologia. Desde já peço desculpa a quem lá mete coisas construtivas, mas aquilo espelha o nosso meio da seguinte forma: metade a dizer mal uns dos outros e outra metade a lamber o respectivo dos outros. Ainda bem que consultei aquilo por duas vezes (a primeira e a ultima), acho que após a leitura de alguns dos comentários e recados fiquei mais pobre, pois ainda tinha esperança que não estivesse inserido num meio com tantos podres e discussões mesquinhas tipo: “eu tenho um caco mais bonito que o teu; e tu roubaste-me dois sítios que eu uma vez tinha sonhado que poderiam ter uma ocupação”; ou mesmo a tão em voga no momento: fusão IPA /IPPAR (assunto pelo qual não tenho ainda uma opinião formada, mas em breve vou pensar nisso, já que parece obrigatório a todos os arqueólogos discutirem a situação entre um café e um cigarro).
Por isso, este dia tornou-se um ponto de viragem para o arqueologiaflul, pelo menos da minha parte, pois a mesquinhez de algumas pessoas só pode ter da minha parte o maior desprezo, pois como tenho espelhado não sou um fan do politicamente correcto, nem um invejoso intratável capaz de passar por cima de tudo e de todos para ter o tal “caco mais bonito”. Mas também não vou deixar passar impune quem o merece e quem à muito procura, como se diz em bom português, arranjar lenha para se queimar.
Por acaso este texto até está a ser escrito num dia em que estive num café com uns colegas a relembrar os tempos de faculdade. Por isso devo ter sido influenciado, pelas recordações pouco atractivas que tive, assim como: a inveja das notas; as horas de graxa, esse desporto tão praticado “o lambe o traseiro ao professor” (até me apetecia dizer o nome do campeão, mas fica para a próxima); o mal dizer entre supostos colegas; o lixar supostos colegas; etc.
Pois então tive esta brilhante conclusão (ou não) – começa-se muito cedo a odiar e passar por cima de tudo e de todos, esta situação talvez aconteça em outros meios, mas acho que a arqueologia parece que é um pouco mais que os outros. O pior disto tudo é que todos criticamos muito e fazemos pouco e eu sou um dos piores, mas ao menos nunca necessitei passar por cima de ninguém, nem de fazer favores a ninguém com vista a ser beneficiado!
Um abraço neste ponto de encontro




15 Comments:
Porra ! Até parece que fui eu que escrevi isto.
Fosga-se.
Mai' nada, shôr Rimbo!
Um abraço grande
PARECEM UMAS COMADRES, REUNIDAS NO ADRO DA IGREJA, LOGO DEPOIS DA MISSA, A FALAREM DA VIDA DOS OUTROS! NINHO DE VÍBORAS, É O QUE ISTO É! NÃO METAS LÁ A MÃO, SENÃO MORDEM-TE!
O archport é muito estranho mas é o espelho da comunidade, daí a estranheza.. é que já não há pachorra para a quantidade de discussões inconsequentes que por ali grassam. A Arqueologia em Portugal está condenada a ser um antro de invejosos.. os coitadinhos que até nem precisam de humilhar o colegas ou engalanar-se com pseudo-sabedorias e até gostam da "arte pela arte" têm de lutar muito..
Ah ela tem um caci tºao giro e os meus são tão feios... devia cair-lhe o esteio de uma anta em cima!
Depois era conhecida como a isobel do esteio...
E Depois...? Narram os pois...Marram os bois... e depois...Os nadas!
Deixem-se de touradas, que vida é curta só para dois...
Três não é demais...
Let's unite the clan! Cambada...
Assinado: o GeoParvo e quase arqueólogo, João A. Gomes
Concordo, aquilo é intragável.
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O Lemos voltou e apagou.....
tento na boca meninos!!!
o vosso caro Lemos...
Intrigas ? Lambe-botas ? E isto escrito num blog onde alguns dos colaboradores foram ávidos praticantes dessas modalidades ? Mea culpa, a quanto obrigas...
e assinares!!! também eras um homenzinho!!
Entre um "rimbotron" e um "anonymous", a diferença é a mesma, nula. Mas olha, chama-me Nemo.
Este é o rimbotron que eu conheço... com sangue na guelra.
Dá-lhe Álvaro.
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