Temos assistido, ao longo da última semana, na
Archport, várias (tudo menos saudáveis) trocas de galhardetes a que o Arqueologia na FLUL não podia passar ao lado.
Retomando as palavras do caríssimo Rimbo, a preocupação nestes dias parece centrar-se em problemas que versam sobre a cientificidade / rigor profissional de certas empresas/arqueólogos, com ataques, mais ou menos subtis, que ultrapassam em muito (e corrijam-me se estiver errado) o âmbito com que o Dr. Encarnação criou a mailing list.
Se por um lado, temos um "defensor dos direitos do arqueólogo enquanto trabalhador" que, com uma simples mensagem cria o caos e a discussão, por outro temos "passares de bola" de um lado para o outro por parte de duas empresas (ou será apenas de alguns dos seus "representantes"?), que se intensificam cada vez que um
mail é colocado.
Quanto ao primeiro caso, a polémica que foi criada na madrugada de Sábado passado já há muito deveria ter sido levantada - talvez não com os exemplos concretos que constituiam o
mail. As respostas, contudo, revelaram que se trata de um assunto com o qual a comunidade arqueológica ainda não está preparada para lidar (quanto mais avançar para a criação de algo equiparado a uma "Ordem"...).
Em relação ao segundo caso, poucos comentários vou tecer. Apenas que as acusações feitas são muito graves mas, e friso novamente, a
Archport não deve ser local de resolução de tais questões. Somos, tanto quanto sei, um país de direito cuja legislação é clara (e cabe, na teoria, a todos os cidadãos conhecê-la), e em que existem instituições credenciadas para resolver tais questões. Quem se sentir lesado, avance!
Só um desabafo para quem quiser ler, que decidi colocar neste blog em que escrevo - porque a
Archport serve para "unir" a comunidade arqueológica, não dividi-la ainda mais!
Bem Hajam!